Na última segunda-feira (29), Rubi, mulher indígena trans, foi encontrada morta às margens da MA-006, no município de Arame (MA), a 476 km de São Luís. O corpo apresentava marcas de violência causadas por arma branca.
Rubi vivia em uma comunidade indígena e era reconhecida por sua identidade e resistência. Seu assassinato, que está sendo investigado pela Polícia Civil como homicídio, revela não apenas a brutalidade da violência que atinge corpos indígenas e trans, mas também a vulnerabilidade a que estas vidas continuam expostas.
Até o momento, nenhum suspeito foi identificado. A Delegacia de Arame segue responsável pelo caso. Enquanto isso, familiares, amigos e movimentos sociais clamam por justiça e por uma investigação rigorosa que esclareça as circunstâncias do crime e aponte os culpados.
Rubi não pode ser apenas mais um número nas estatísticas de violência. Sua memória exige respeito e sua partida nos convoca a lutar contra o preconceito, o racismo, a transfobia e todas as formas de violência que seguem ceifando vidas.
Justiça por Rubi!
Basta de violência contra pessoas indígenas e trans!
#mídiaindígena

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