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Globo e Record mudam regras para salvar reality shows de crise das plantas


 O #BBB e #AFazenda reformularam seus formatos para evitar o fantasma que assombrou edições recentes: o marasmo provocado por elencos sem carisma e recheados de competidores que não se comprometem com o jogo. A Record implementou o Super Paiol --e também roças surpresas-- na edição de 2025 para eliminar possíveis "plantas". Já o reality da Globo revelou que quem não movimentar a próxima temporada poderá ser substituído pelo público no meio do confinamento.


O #BBB26 quer evitar esse risco e, por isso, aposta na troca de jogadores e no aumento do poder do público. A ideia é boa no papel, mas não resolve o maior desafio do reality: encontrar gente que realmente queira jogar. Já na Record, A Fazenda 17 entrou em campo com uma dinâmica quase tão ousada quanto a do BBB: o Super Paiol, que prometia eliminar participantes "plantas" para mexer no jogo. Mas a aposta, empolgante no início, falhou. O público eliminou Michelle Barros e Shia Phoenix e deixou dois peões mornos: Creo Kellab e Fabiano Moraes, que competiam naquela berlinda. 


Não existe fórmula capaz de assegurar que um participante vá render ou se apagar assim que entrar na casa. As plantas existem porque algumas pessoas travam, não se posicionam ou simplesmente são ofuscadas pela personalidade alheia. As plantas vão continuar existindo, mas a missão das emissoras é minimizar o estrago na seleção do elenco. Porque nenhuma dinâmica, por mais engenhosa que seja, consegue funcionar quando o casting erra feio.

#NotíciasdaTV

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