A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) pediu, nessa sexta-feira (6/2), a apreensão do passaporte de um dos adolescentes suspeitos de agredir e matar o cão comunitário Orelha, em Florianópolis. A solicitação, feita à Justiça catarinense, também foi comunicada à Polícia Federal para evitar que o jovem deixe o Brasil.
O pedido da PCSC ocorreu no dia em que a corporação tornou-se alvo de críticas pela condução da investigação que apura a morte do cão Orelha e os maus-tratos ao cão Caramelo, ambos os casos ocorridos na capital catarinense.
A ausência de respostas e mudanças constantes de versões evidenciaram lacunas na apuração e levaram a defesa dos suspeitos a apontar fragilidades nas provas do crime.
Por causa disso, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou que a PCSC preste “mais esclarecimentos” e apresente “maior precisão na reconstrução dos acontecimentos”.
Em análise preliminar do inquérito, tanto a 10ª Promotoria de Justiça de Florianópolis, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais detalhamento da investigação.
A defesa do adolescente indiciado também contestou uma série de afirmações levantadas na conclusão do inquérito da Polícia Civil.
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