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Rio ganha memorial da pandemia em homenagem às vítimas da Covid-19


RIO GANHA MEMORIAL DA PANDEMIA EM HOMENAGEM ÀS VÍTIMAS DA COVID-19


O QUE ACONTECEU


O Ministério da Saúde lançou no Rio o Memorial da Pandemia, criado para homenagear as mais de 700 mil vítimas da Covid-19 no país.


A iniciativa marca a reabertura do Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Centro da cidade, ao público.


CONTEXTO


O espaço reúne uma instalação digital com os nomes das vítimas, um monumento, uma escultura do artista Darlan Rosa, criador do personagem Zé Gotinha, e um parquinho temático voltado ao público infantil, com foco na vacinação.


Segundo o ministério, a proposta é ligar memória, ciência e combate à desinformação.


O QUE MUDA


Na prática, o Rio passa a abrigar um espaço permanente de homenagem às vítimas da pandemia dentro de um equipamento federal de cultura e saúde.


A reabertura do centro cultural também recoloca o prédio em funcionamento para visitação pública.


POR QUE IMPORTA


O memorial surge em um país que ainda carrega os efeitos da pandemia e o impacto de mais de 700 mil mortes.


Criar um espaço desse tipo no Rio ajuda a preservar a memória das vítimas, reconhecer a dimensão da tragédia e reforçar a importância da ciência e da vacinação.


CENÁRIO


No mesmo evento, o ministro da Saúde também apresentou o Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid no SUS, elaborado com a Fiocruz.


O documento orienta profissionais e gestores sobre identificação, diagnóstico e tratamento de sintomas que podem continuar mesmo depois da infecção.


PRÓXIMOS PASSOS


A expectativa é que o memorial passe a receber visitantes com a reabertura do Centro Cultural do Ministério da Saúde e funcione como espaço de memória e educação em saúde.

 

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