O Brasil reduziu de 255 mil para 50 mil o número de crianças que não receberam nenhuma vacina durante o primeiro ano de vida entre 2024 e 2025. A queda coloca o país entre aqueles que mais avançaram na redução das chamadas crianças "zero-dose", grupo formado por bebês que não receberam sequer a primeira dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP).
Os dados são das novas Estimativas OMS-UNICEF de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), divulgadas nesta quarta-feira, 15. Segundo o relatório, o Brasil registrou a terceira maior redução absoluta no número de crianças "zero-dose" no período, atrás apenas de Sudão e Índia.
Apesar do avanço brasileiro, o cenário mundial ainda preocupa. Em 2025, cerca de 13,5 milhões de crianças continuaram sem receber nenhuma vacina no primeiro ano de vida. O número é menor do que o registrado em 2024, quando eram aproximadamente 14,2 milhões, mas permanece distante da meta global de imunização.
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Foto: Getty Images

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