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CBF e Clubes aprovam pacote revolucionário de regras contra a "cera" no Brasileirão


 CBF e Clubes aprovam pacote revolucionário de regras contra a "cera" no Brasileirão


A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em conjunto com os clubes das Séries A e B, aprovou uma mudança drástica nas regras da arbitragem nacional. Com o objetivo de aumentar o tempo de bola rolando e punir o antijogo, o futebol brasileiro passa a adotar punições severas para atrasos e discussões. 


As medidas têm aplicação imediata e já valem para o Brasileirão, a Copa do Brasil e o Brasileirão Feminino.


Regra dos 8 segundos para goleiros: O goleiro que retiver a bola nas mãos por mais de oito segundos perderá a posse. O time adversário será contemplado com um escanteio.


Regra dos 5 segundos para tiro de meta e lateral: A contagem do tempo começa assim que o atleta tem o controle da bola. Demorar na cobrança do lateral reverte a posse para o rival. Estourar o tempo no tiro de meta resulta em escanteio contra.


Substituições em 10 segundos: O jogador substituído deve sair do campo em até dez segundos, utilizando o ponto mais próximo da linha.


Saída forçada pós-atendimento: O atleta que receber atendimento médico no gramado terá que passar, obrigatoriamente, um minuto fora da partida. No caso de atendimento ao goleiro, um jogador de linha precisará cumprir esse tempo fora.


Lei Vini Jr. contra "cochichos": O jogador que cobrir a boca com as mãos de forma intencional para discutir ou xingar adversários e árbitros será punido com cartão vermelho direto.


Voz exclusiva do capitão: Apenas o capitão de cada equipe está autorizado a se aproximar do árbitro para dialogar de forma ativa durante o jogo.


VAR no segundo amarelo: O Árbitro de Vídeo agora ganha o poder de revisar lances que resultaram em um segundo cartão amarelo, evitando expulsões injustas.

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