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Ex-diretor de Gugu, Homero Salles detona novo "viva a noite".


 A nova fase do Viva a Noite no SBT já começou cercada de críticas — inclusive de quem ajudou a construir a história do formato. Diretor de longa data de Gugu Liberato, Homero Salles detonou a estreia em uma publicação no LinkedIn neste domingo (29).


Crítica direta ao formato


Sem rodeios, o diretor resumiu sua avaliação logo de cara:


“Só acertaram no nome e erraram no resto.”


Salles contou que assistiu ao programa com expectativa e nostalgia, mas se decepcionou com o resultado. Para ele, o principal erro foi mudar a essência do formato:


“Fizeram o programa gravado. Viva a Noite é, por natureza, um programa ao vivo. Não funciona gravado.”


Problemas de execução


O diretor também apontou falhas técnicas e de concepção que comprometeram a experiência do público:


“Esta versão gravada e pessimamente editada, com cortes bruscos, quebra completamente a imersão e compromete o ritmo.”


Além disso, criticou a perda de um dos pilares do programa:


“A plateia, que era protagonista, virou figurante.”

Resultado “constrangedor”


Um dos pontos mais duros da crítica foi direcionado à parte musical da estreia:


“No caso de Nicki French, exposta sem suporte vocal, o resultado foi constrangedor.”


Apesar do tom duro, Salles fez questão de poupar o apresentador Luis Ricardo:


“Artista talentoso que esperou décadas por essa oportunidade e merecia muito mais.”


Essência perdida


Na avaliação final, o diretor reforçou que o problema vai além de detalhes técnicos:

“O Viva a Noite não é um conjunto de quadros, é um estado de espírito.”

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